sexta-feira, 5 de agosto de 2011

E da festa?

Pois, houve festa!


Atrasei-me a enviar os convites para a escolinha, e quando o fiz, trouxe de volta outro convite, para outra festa, de outro menino, no mesmo dia! Fiquei preocupada com o que poderia se o primeiro fracasso social do M.! Pus mãos à obra e consegui não só convencer a mãe do outro menino a juntar ambas as festas, como ainda a mudar os planos para que fosse onde eu tinha imaginado: um piquenique no parque perto de nossa casa! E a mãe aceitou, mesmo tendo uma bebé de 3 semanas! Agradeci-lhe muito, claro, e assim conseguimos finalmente ter uma festa ao ar livre.

Foi divertida, vieram os melhores amigos da escola, fartaram-se de brincar como crianças que são (correr, esconder, saltar e joga à bola!). Se não fosse uma picada de vespa que me fez pragejar fortemente em frente a toda a gente (que vergonha...), teria sido perfeito.


Resumindo, trouxe para casa um filho feliz, com mais amigos a tiracolo e brincadeira para ele até tarde e conversa para nós pela noite dentro.


Foi muito bom.

Quatro anos

O M. fez 4 anos! Está crescido, eu sei que é um cliché, mas está mesmo, e surpreende-me todos os dias. Está um rapainho adorável. Todos lhe gabam o bom comportamento, o sossego. E eu babo, sabendo que em casa nem sempre é assim (como deve ser, não criamos autómatos cá em casa!). É responsável e gosta de estar com os adultos, ouvir as suas conversas e tentar conversar como eles. Gosta do irmão, embora esteja numa fase de implicar e dar "toques amigáveis" que o façam cair ou resmungar (coisa que o G. nunca se inibe de fazer ;-)), está a testar a sua teimosia e a nossa paciência, enfim, um rol de coisas novas e deliciosas que vamos descobrindo com crescimento.


No dia dos seus anos, tirámos o dia de férias e passamo-lo todo com ele. Ele é que escolheu o programa de festas:



  • Então, de manhã, depois de entregarmos o G. na escola, fomos tomar o pequeno-almoço no café;


  • Depois fomos a manhã toda à piscina, onde pudémos brincar e durante 2 horas, o que é impossível quando levamos o G. connosco;


  • Quando voltámos para casa, tínhamos o pai à espera com a primeira prenda: uma bicicleta! Não estava à espera e nunca no-la pediu, mas será um dos presentes favoritos, sem dúvida;


  • Depois almoço: pizza feita em casa com ingredientes à escolha! Comeu e babou por mais.


  • A seguir, enquanto experimentava as maravilhas da bicicleta e do capacete, a mãe fez um bolo de chocolate (DELICIOSO!) com cobertura de chocolate (DELICIOSA!) e decorada com Pintarolas!


  • Saída a correr com o bolo ainda quente para a escola para apanhar os amigos depois do lanche para cantar os parabéns (tão envergonhado e orgulhoso, o meu menino!);


  • Regresso a casa com a avó e o mano a tiracolo e jantar e parabéns de novo em casa.

Acho que ele adorou o dia dele, só dele, em que foi único e especial o dia todo. Eu sei que adorei, e manterei a regra de não trabalhar nos aniversários dos meus filhos. Acho que é um gesto da maior simplicidade e que lhes proporciona uma sensação tão boa, e que está ao alcance de qualquer um. Tenho pena de quem arranja desculpas para não o fazer, estão a perder uma das melhores partes da vida.