Ao terceiro filho tenho aperfeiçoado este nosso lado maternal.
Do M., tudo era novidade. Andava ainda sob influência de quem tinha opinião (isto é, quase toda a gente). Ainda assim, dei todo o colo que me pediu, e andava quase sempre coladinho a mim com o pano.
Do G., senti-me muito mais natural e animal, mesmo. Desfrutei muito da amamentação e superei obstáculos para a conseguir mais tempo.
Agora, com o S., o lado animal está todo cá. A forma como o pego, como o amamento, como o aconchego, como o cheiro, como o carrego, tudo. É um prazer enorme andar colada a ele, sentir a sua calma quando anda assim comigo. A forma como me olha e a forma como eu o olho, é deliciosa.
Nesse sentido, o Pano para Bebés é um instrumento maravilhoso. Deu-mo a minha irmã quando nasceu o M.. Eu tinha lido qualquer coisa na net e achei interessante, sem no entanto perceber toda a sua dimensão. Dei-lhe uso, sim, mas não o usufrui por inteiro. Descobri nessa altura que metade das pessoas achava que aquilo prejudicava o bebé, a outra metade achava ternurento, mas todos basicamente me olhavam como se fosse do outro mundo! Não só é um meio de transporte fantástico, especialmente com crianças a quem dar a mão, compras e mochilas para carregar, cães para passear, mas também proporciona ao bebé e a mim uma paz e aconchego únicos, inalcansáveis pelos carrinhos ou outros apetrechos.
M.
G.

