quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Vergonha
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Como proteger um filho da crueldade de uns miúdos?
Virose
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Do fim de semana
Hummmã
De molho
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
E voltámos em força!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Bidente
E pela boca morre o peixe
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Como uma oração
Fomos ver os Lamb em 2009, em Maio, acho eu. Na altura já estava a tentar engravidar há vários meses, e andava um pouco em baixo.
Quando surgiu esta música, surgiu quase como uma oração. Chorei silenciosamente enquanto a cantava. Dois meses depois, surge o G. Ainda hoje quando a oiço, arrepio-me toda e vêm-me as lágrimas aos olhos.
Isto é o mais próximo que eu fico da oração e da religião ;-)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Para memória futura II
Estão a crescer os meus meninos.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Para memória futura
- O M. adormece finalmente sozinho no seu quarto
- O M. come finalmente sopa com couvinhas (i.e., não passada).
E é assim que me apercebo que ele cresce todos os dias. Mas não tenho nostalgia dele mais pequenino. Antes adoro cada fase e antecipo ansiosamente a próxima. Adoro vê-los transformarem-se diariamente em pessoas únicas. Este trabalho de ser mãe é o melhor do mundo, mesmo (mesmo descontando as birras e as noites por dormir e tudo e tudo e tudo!).
Foi há 4 anos!
domingo, 31 de outubro de 2010
* O tal assunto a abordar mais tarde
Pai em casa
Serviço público - Amamentação em tempo de trabalho
Alguém algum dia pode passar por aqui e ler isto. E alguém pode precisar de ajuda, e é para isso que vem este post.
Sempre culpei a cirurgia desse facto, mas agora, olhando para trás, vejo que simplesmente desisti por desconhecimento, desinformação.
- Querer, verdadeiramente querer;
- Estar informada e querer saber, procurar respostas.
- Acreditar que é possível.

domingo, 17 de outubro de 2010
Depois do primeiro dia
sábado, 16 de outubro de 2010
O primeiro dia
terça-feira, 5 de outubro de 2010
E amanhã
Vai começar amanhã...
*assunto a abordar mais tarde
Afinal...
Mas se é mesmo assim, não devia ter ido, não é?
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
M. em modo aquático
E ao fim de quatro dias...
Espera-me um futuro auspicioso, só pode. Tudo se encaixa. Será desta?
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Da visita ao pediatra
domingo, 26 de setembro de 2010
E quanto ao G.
sábado, 25 de setembro de 2010
Mas também foi ontem...
O Estado Social
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Afinal surtiu efeito
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Angústia
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Regresso à escolinha
Dia de pica e outras histórias do G.
Mas ser mãe (também) tem piada
Ser mãe (também) é ter de ouvir isto...
Saudades?
O pai em casa à espera, ansioso por o ver.
Chega a casa, corre a procurar o pai. Assim que o vê, antes de correr para ele e pedir para ir jogar à bola, pára e diz:
- Outra vez com essa roupa?! É impossível!*
* Dito com um ar extremamente agastado!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Do fim de semana
sábado, 21 de agosto de 2010
Noite da avó
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Começar o dia...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Ressaca
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Relato de uma noite
E ao segundo dia...
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Da maleita
Vamos ver este final de tarde...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Segundo filho
"Estou triste, mãe..."
- Deixa o meu menino grande em paz!
- Livra-te de chegares sequer perto do meu bebé!
Estamos entendidos??
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Reorganização de planos
Férias, parte II
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O sono dos anjos
Vão todos à M#&%"*
António Feio
Há pessoas que nós não conhecemos mas que nos fazem falta. O António era uma delas. Sempre que o via, provocava-me um sorriso.
Um homem de coragem, que lutou, lutou e perdeu. Mas foi até ao fim com uma força visível no humor com que publicamente enfrentou a sua situação. Aqui fica um belo exemplo disto.
.
Vou sentir a sua falta
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Noutra perspectiva...
Dias Felizes
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A chegada do G. (continuação)
domingo, 18 de julho de 2010
A chegada do G.


Fui com a minha mãe. Tudo normal, o P. tinha feito noite e eu estava sem sinais nenhuns. No CTG um susto: numa contracção (muito frequentes nas últimas semanas), o ritmo cardíaco do G. baixa perigosamente. Na consulta, a médica faz o toque, está tudo na mesma, mas diz-me para não ir para casa. "Almoce aqui perto e venha depois à urgência repetir o CTG". Ok. A minha mãe foi embora e eu fui a uma cafezito comer qualquer coisa. Depois ainda fui tirar o carro do estacionamento "a pagantes" e pô-lo na rua. Depois fui à urgência. Enquanto esperava para ser vista, reparei que as contrações afinal incomodavam um bocadinho e que até eram frequentes. Comecei a monitorizar: frequência de 4 minutos! Fui logo procurar uma enfermeira (encontrei uma que me tinha dado uma aula de preparação para o parto!).
- "Enfermeira, tem de me fazer já o toque, acho que esou em trabalho de parto!"
- (a rir-se) "Venha. Nunca vi uma mãe com tanta pressa para fazer este exame!"
E era verdade, estava dilatada e em pleno trabalho de parto. Fui fazer o CTG a ver se se repetia a situação de manhã, mas não, tudo estava bem com o bebé. E então invadiu-me o sorriso, a vontade de que seja rápido, ia ver o meu filho muito em breve! Chamei então o P.. E avisei quem era importante. E suspirei. Desapareceram todos os receios.
(continua)
E depois veio o G.

Entretanto o M. foi crescendo, a vida complicava (O mercado laboral em Portugal é uma vergonha! E não me venham falar de crise, é assim desde que eu estou lá inserida!). Até que chegámos juntos a uma conclusão. Não podíamos esperar que aparecesse "aquele" emprego se queríamos ter mais filhos. Não há situações perfeitas para trazer filhos ao mundo, e se estivermos à espera delas, o mais provável é que nunca o consigamos. E foi com este espírito que decidimos fazer mais um bebé.
Mas, se o M. foi concebido numa noite de feliz descuido, já o G. se revelava difícil de surgir. O stress da situação de desemprego levou-nos a uma frustante espera de 6 meses. Até que veio uma proposta de trabalho com que há muito sonhava. E na mesma semana, a concepção do G.
Assim que soube, a felicidade invadiu-me. E também os receios. É incrível, do M. nunca tive um receio, sabia que tudo ia correr bem, nem me passou nunca pela cabeça que não pudesse ser assim. Do G. não. Parecia que sabia tudo o que poderia correr mal e esperava constantemente que acontecesse alguma coisa. E depois vieram os sintomas da gravidez (ausentes da primeira). Muitos enjoos, muito cansaço. E depois a dúvida: será que vou conseguir fazer isto? Dar colinho a dois? Senti-me culpada pelo M. Ele iria sofrer tanto e eu não iria conseguir evitá-lo. Uma desgraça! E o tempo foi passando. O M. ajudou-me muito nisso. Preparou-se para a chegada do irmão crescendo. Deixou a xuxa sem nenhum drama e uma semana depois, ao encontrar uma perdida cá por casa, disse que ia guardar para dar ao mano. E deixou as fraldas por iniciativa própria, 3 meses antes da chegada do G.
E assim foram passados 9 meses. Com muito cansaço (cuidar de um miúdo de 2 anos carregando uma barriga não é fácil!), com a barriga destruída (malditas estrias!), mas com muita espectativa!
(continua)
sábado, 17 de julho de 2010
Lembranças passadas IV
Ser mãe é maravilhoso. Não tenho tempo para mim, não durmo mais de 4 horas seguidas, ele vem sempre à frente de tudo, chego à noite estafada. Mas não custa nada, nada! Nunca imaginei tal coisa! Tudo é feito com prazer, sem pensar duas vezes.
O meu filho é um bebé muito doce. Simpático e carinhoso, adora um miminho. Dou-lhe todo o colo que quer e acho que isso faz dele um bebé sereno, confiante. Custa-me ver os bebés sempre enfiados nas cadeirinhas, sem calor de ninguém. O M. usa muito pouco o carrinho, anda muito ao colo, no pano. Decidi ignorar todas as pessoas que me dizem que o colo estraga os meninos (e são tantas...). O M., com calma, tempo e colo, é um bebé feliz, relaxado, que aprendeu a dormir sozinho, na cama dele, que adora um mimo, e que não chora quando é colocado na cadeirinha. Eu arriscaria dizer que o meu filho é perfeito. saudável, come muito bem (adora a maminha), dorme muito bem de noite (acorda para comer). E eu amo-o tanto!Adoro olhar para ele. Revejo-me nos olhos dele. E é uma sensação maravilhosa ver a adoração que ele sente por mim.
Ser mãe é, de facto, extraordinário!
Lembranças passadas III

Faz hoje 4 semanas que conhecemos o M. Foi uma 6ª feira, 27 de Julho.
Ele chegou sem avisar. Já tinha dilatação há duas semanas e nada acontecia. Uma semana antes, fartei-me de dançar a ver se ele se resolvia e nada.
Aquela 5ª feira acordou como outro dia qualquer. Só que à hora do almoço eu ainda não tinha sentido nenhum movimento dele. Depois do almoço fui à Maternidade. Fiz o CTG, ele estava bem, mas com muito poucos movimentos. Fui para a Eco e a médica diz que o bebé está quase sem líquido e se nada acontecer, na manhã seguinte seguimos para indução. Mas de qualquer forma, eu já não saio dali para lado nenhum.Eu sentia-me calma, bastante mesmo. Depois a médica observou-me e disse que eu tinha 5cm de dilatação, e que já estava em trabalho de parto, não ia ser preciso induzir! Aí senti um alívio muito grande e uma calma feliz, ia conhecer o meu bebé muito em breve. Liguei ao P. para vir ter comigo, depois à minha mãe e à M. e à A. a contar a novidade.
Dei entrada no bloco às 17h30m. Seguiram-se depois muitas horas de espera com contrações fáceis de controlar, sem grande sofrimento. Por volta das 22h aceitei a epidural. Penso que foi cedo de mais, pois o trabalho de parto, que se estava a derenrolar muito bem, abrandou muito. Depois foram horas e horas sem nada a acontecer, e o cansaço a apoderar-se de mim. E o P. sempre ali, a aguentar aquela espera. Cerca das 9h da manhã, pedi um reforço da epidural, as dores estavam a começar a apertar mesmo. O reforço veio e aumentou a dormências nas pernas e a ausência de sensações. Às 10h30m a parteira observou-me e disse para eu começar a puxar, ele vinha aí! Eu não acreditei, não sentia absolutamente nada! Toda a força que eu fazia me parecia completamente inútil, porque estava incapaz de sentir qualquer avanço. A fase final foi muito confusa. As enfermeiras é que me diziam quando deveria fazer força. E então comecei a vomitar... Que desconforto tão grande... De repente dizem-me para eu parar de fazer força e ouço um choro! A cabeça estava cá fora! Foi um momento de muita ansiedade, até que senti os ombros a passarem e o corpo todo a sair de dentro de mim. E ele berrava! Eu agarrei-lhe uma perna e cheirei-a e beijei-a, enquanto o P. cortava o cordão. Lembro-me de olhar para a cara do M. e ver a cara do P.
Eu só o queria comigo, abraçá-lo, sentir o seu calor. Todo o processo de o tratar e vestir demorou cerca de meia hora, em que o P. assumiu o papel de coruja e eu assistia, de longe. Foi muito bom... Depois finalmente deram-me o M. e eu pude vê-lo todo, oferecer-lhe a mama e partilhar o meu calor com ele. Ele era lindo! Lindo! A partir daquele momento reconhecê-lo-ia em qualquer parte do mundo! Senti-o como meu e só aí as emoções tomaram conta de mim e o amor nasceu e começou a crescer. Ainda hoje cresce...
Lembranças passadas II

Ontem foi dia de aniversário.
30 anos. 30 semanas. 7 meses.
Olho para o espelho e surpreendo uma miúda, com uma barriga enorme, a preparar-se para ser mãe. Mas aos olhos do mundo sou uma mulher. Mas não acredito no mundo. Sinto-me uma miúda. A brincar à vida de gente grande. Tenho um namorado que sinto com o carinho e leveza de um namorado e não com o peso e fatalidade de um marido. Tenho um filho. Sinto-o com alegria e leveza, ao contrário do peso da responsabilidade que deveria (?) viver. E tenho orgulho, e sinto alegria ao ver que o tempo passa e eu não me vou tornando cinzenta como a maralha.
O M. agora segue-me todo o dia, todos os dias, em qualquer sítio. E os movimentos já não são tímidos e reservados, mas visíveis, impossíveis de ignorar. E é uma sensação tão boa... Uma sensação de que não estou só, que consigo comunicar com ele. É única e realmente um privilégio de quem é mãe.
Noutra perspectiva: estou desempregada. Andei desesperada, deprimida e muito zangada. Agora, tem dias. Mas a situação vai ser muito difícil. Não foi assim que desejei que o M. viesse ao mundo. Espero ter força espiritual nos meses que se seguem. Por mim, por nós três. Sim, somos três!
Uma família a nascer.
A minha família.
:-)
Lembranças passadas I
M. - 20 semanas e 4 dias.
Agora sinto. Sinto os murros subtis e tímidos que ele me dá, mas mais importante, sinto-me pronta para o receber. E o pai também.
Não foi fácil. Teve de haver muito ajustamento mental e ainda vai haver mais. Mas começa-se a instalar a calma e o prazer de prever o que o futuro vai trazer.
O meu corpo está a mudar, a preparar-se e eu gosto muito. É de facto o que dizem: o 2º trimestre é um tempo de calma e gozo. Nada incomoda, a barriga cresce e com ela os elogios, que sabem tão bem... E o momento da ecografia é dos mais emocionantes. Lá está ele, mexe-se, tem metade do tamanho que terá ao nascer, pesa quase meio kilo de gente. E é espectacular!





