segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O lado animal


Ao terceiro filho tenho aperfeiçoado este nosso lado maternal.

Do M., tudo era novidade. Andava ainda sob influência de quem tinha opinião (isto é, quase toda a gente). Ainda assim, dei todo o colo que me pediu, e andava quase sempre coladinho a mim com o pano.

Do G., senti-me muito mais natural e animal, mesmo. Desfrutei muito da amamentação e superei obstáculos para a conseguir mais tempo.

Agora, com o S., o lado animal está todo cá. A forma como o pego, como o amamento, como o aconchego, como o cheiro, como o carrego, tudo. É um prazer enorme andar colada a ele, sentir a sua calma quando anda assim comigo. A forma como me olha e a forma como eu o olho, é deliciosa. 

Nesse sentido, o Pano para Bebés é um instrumento maravilhoso. Deu-mo a minha irmã quando nasceu o M.. Eu tinha lido qualquer coisa na net e achei interessante, sem no entanto perceber toda a sua dimensão. Dei-lhe uso, sim, mas não o usufrui por inteiro. Descobri nessa altura que metade das pessoas achava que aquilo prejudicava o bebé, a outra metade achava ternurento, mas todos basicamente me olhavam como se fosse do outro mundo! Não só é um meio de transporte fantástico, especialmente com crianças a quem dar a mão, compras e mochilas para carregar, cães para passear, mas também proporciona ao bebé e a mim uma paz e aconchego únicos, inalcansáveis pelos carrinhos ou outros apetrechos.



M.


G.



S.

É uma das poucas coisas que eu sei que não me vou conseguir desfazer.
Adoro!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A rotina a instalar-se aos poucos

Este parto foi fantástico! Aparte a imensidão de dor do "anel de fogo" (é verdade, passa logo completamente e não fica memória nenhuma!), a recuperação foi imediata. Levei um ponto, trataram-me in loco do problema das hemorróidas conforme eu tinha sugerido e estava imediatamente "pronta para outra". Nunca tive dificuldade em sentar-me, nada. Maravilhoso!
A visita dos manos deu-se no dia seguinte. Vieram com a avó, trouxeram uma prendinha para o S. e levaram cada um uma mota nova. Do mano, pouco viram ou quiseram ver.
Tive alta na 2ª feira, com a péssima notícia de que o G. continuava com uma gastroenterite e não poderia ir para a escola. Eu precisava muito de um dia ou dois para estabelecer a rotina com o bebé novo antes de conseguir incorporar os mais velhos nela. Plano furado. A primeira noite foi avassaladora para mim, porque o S. acordava a qualquer hora para comer (esfomeado, o meu filho, quando nasceu), e o G. também. De manhã, vomitou-se todo. Tive de limpar tudo e ainda assim fiz questão de os ir levar à escola eu mesma (sempre a mania de achar que posso fazer tudo sempre!). Só sei que no decorrer desses primeiros 2 a 3 dias, só me apetecia chorar, achava-me altamente incompetente para com os mais velhos. Andava na rua com o S. no pano e só desejava não encontrar ninguém e ter de fazer a cara de "olha para mim que feliz que estou, tenho um bebé novo!". Mas a prova dos nove viria nesse primeiro fim-de-semana. O P. estaria ausente num casamento o fim-de-semana todo, e a minha mãe tinha total indisponibilidade para me ajudar / receber*. Ia ficar sozinha com os 3, sem ter ainda um bebé com uma rotina instalada. PÂNICO total! Mas, claro, não o demonstrando nunca! Na verdade, consegui, o caos não se instalou, tudo rolou. Terminou o fim-de-semana com amigos para jantar, que trouxeram o jantar (obrigada A. e K.), em boa disposição. Acabei exausta, mas percebi que sim, iria conseguir!
E assim temos andado. 
O S. é calmo, já tem horários. Os manos andam um pouco mais nervosos, noto, mas nada de especial. O M. vai ignorando calmamente o bebé (só lhe pegou uma vez, por insistência minha, e já chegou a dizer que não queria mais manos!), e o G. cobre-o de atenções e beijos, mas reclama o meu colo e a minha presença muito afincadamente quando não está o S. por perto.
E assim cresce uma família, aos poucos, com dias mais fáceis e outros  mais difíceis. Mas é bom, muito bom.


* Assunto a abordar mais tarde ;-)

sábado, 13 de outubro de 2012

A chegada do S. - o relato


Na 6ª feira, dia de consulta, o médico faz finalmente o descolamento das membranas. Achava eu que iria à Manifestação de sábado (grande, a maior!) e que depois seguiria já a pé para a Maternidade. Mas a verdade é que depois daquela manobra, fui para casa da minha mãe almoçar (O G. tinha vomitado e eu precisava de ficar com ele), mas já muito incomodada. A minha mãe foi trabalhar e durante a sesta do G. deitei-me, relaxei, e as contracções estavam fortes e constantes. Quando ela finalmente chegou, fui para casa e deixei os meninos com ela.

Cheguei a casa, lanchei e sentei-me no jardim a saborear um trabalho de parto a instalar-se. Tinha muita vontade que assim fosse, porque dos dois anteriores não tive o privilégio de o fazer, fui sempre "levada ao engano". Quando as contracções estavam de 4 em 4 minutos, pegamos nas coisas e fomos para a Maternidade. 

Dei entrada às 19 horas, com contracções de 3 em 3 minutos e 5cm de dilatação. Sendo o 3º parto, brinquei dizendo ao P. que ainda iria jantar com a minha mãe e os meninos. Pois..., mas não. 

Mal entrei disse que não queria soro (Oxitocina), que queria a bola e que queria mover-me o mais que pudesse. Pedi que colocassem o caterer da epidural para que depois fosse só preciso administrar a droga. E assim andei, caminhei, rebolei na bola, levei uma dose de antibiótico, depois outra, horas a passar e tudo igual: contracções de 3 em 3 e 5cm de dilatação. Quando me deitei  um pouquinho, para descansar (eram 2 da manhã, talvez), tudo parou. As contracções pararam! Senti-me muito cansada, traída pelo meu próprio corpo, frustrada, acima de tudo. Às 5, mandei o P. para casa descansar um pouco, para que eu dormisse também um pouco, e que voltasse de manhã.

De manhã, concordei levar uma dose de Oxitocina, a ver se acelerava. Assim que a levei (10 e meia da manhã), as contracções começaram a doer mais, muito mais! Pedi a epidural, mas como pensava, o catéter estava mal colocado, o que fez com que a anestesia me adormecesse o lado direito e mantivesse as sensações todas do lado esquerdo.

Apesar das contracções serem sentidas no lado esquerdo, não eram insuportáveis. No final, estava feliz e descansada porque finalmente ia acontecer. Até que me disseram "está completamente dilatada, assim que quiser, comece a puxar para ele começar a descer". Palavras mágicas! comecei a puxar e dizem, ao segundo puxo, "ele já está aqui, já vejo o cabelo". E então uma surpresa, que não estava nada à espera. Uma DOR no períneo, tudo queimava, parecia que rasgava tudo. E então eu gritei (MUITO), puxei e senti que toda eu rasgava! Mas em 3 puxos, ouço o choro (cabecita de fora), mais uma dor fortíssima e saem os ombros, ele explode de dentro de mim! Aí, o alívio total. Nada mais doeu e ali estava ele, em cima de mim, a berrar desalmadamente, enorme, LINDO!!!


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cá por casa...

... tudo bem.

Pois fomos de férias, uma semana de praia, meninos felizes, pais felizes, sem tv.

Entretanto tivemos uma vida social muito activa, fim de semana em Lisboa com casamento e Jardim Zoológico, fim-de-semana a dois no Gerês (ai que bom....), casamento no Porto, visita de família cá em casa, enfim, um verão cheio, apesar das limitações de uma barriga grande e uma data a chegar que impediu saídas mais prolongadas.

O M. está crescido (clichê...). Está diferente. Principalmente mais arredio comigo, é o que vejo. Possivelmente a antecipação da chegada do S.. E está a ficar agressivo na escola. Nunca foi, e agora tenho recados quase diários de que ficou de castigo por ter brincado às lutas com os amigos. Não sei o que fazer. Provavelmente será uma fase, que acabará por terminar, espero eu. Mas a verdade é que o meu menino de ouro, que nunca dá problemas, não está cá. Foi substituído por um menino por vezes refilão, nervoso e agressivo. E isso também se reflecte nas brincadeiras com o G.. Estou a tentar lidar com isto, já tentei ter uma conversa acerca da chegada do S. mas o M. não demonstrou nenhuma preocupação nesse sentido, aliás, mostrou querer muito a chegada dele e o assumir do seu papel. A ver...

O G., deu um salto enorme no seu desenvolvimento! Fala pelos cotovelos, NUNCA está calado. Controla melhor as suas frustrações, brinca muito bem, sozinho. É muito carinhoso, adora beijinhos e interrompe uma brincadeira qualquer para vir simplesmente dar um abracinho. Adora brincar com o M., mas sai a perder. É um menino muito alegre, que faz birras descomunais mas que passam logo. Antevejo que para ele, a chegada do S., tenha consequências mais visíveis e fáceis de lidar do que no caso do M.. Haverá birras e choros de ciúmes, que depressa passarão.

A verdade é que estou desejosa dessa nova fase, de ter os 3 connosco em casa, de ter a Família Maravilha completa, de gerir toda essa interacção. E não sinto muita ansiedade, como senti antes da chegada do G..

Conclusão, S. podes vir, estamos todos prontos para te receber!

39 semanas e 3 dias

É obra!

Às 35 semanas, o S. decidiu provocar-nos novo susto: num CTG pedido por mim, antes da consulta, registam-se 10 (!) contracções fortíssimas em meia hora. Alarme! As contracções já duravam há vários dias, pelo que pedi o CTG, que normalmente só é efectuado a partir das 38 semanas. Tive de ficar na Maternidade após a consulta, nas urgências, para fazer novo exame e eco. Acalmou a situação e saí de lá com baixa e ordem de descanso e abstinência por pelo menos 2 semanas. Convencemo-nos todos de que esta gravidez não iria até às últimas semanas.

Pois não podíamos estar mais errados. Aqui estamos nós, com 39 semanas e 3 dias, com contracções fortes todos os dias, sem alterações no colo. Ontem caí em casa (ai o meu pé, ai a minha perna, ai o meu bracinho), fui assustada para a Maternidade, tudo OK, felizmente, mas colo do útero ainda muito subido, sem possibilidade sequer de fazer o descolamento das membranas. Peso estimado: 3.800g!!! Ai, ai, S., a mãe está a ficar ansiosa por te ter nos braços.

sábado, 23 de junho de 2012

S. João

e depois, FÉRIAS!!!!!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Update mais do que tardio

Muito se passou entretanto nas nossas vidas. 
  • Bebé parte I
Às 23 semanas, uma ecografia revelava dois sinais preocupantes: excesso de líquido amniótico (polihidrâmnios) e estômago do bebé visível mas mal representado. Na eco, não me preocuparam muito, não se estenderam em muitas explicações, mas quando recebo uma chamada passada uma hora a marcar uma consulta de Diagnóstico Pré Natal (DPN) para o dia seguinte, percebi que era sério. O P. não estava, estava de férias, e eu senti-me pela primeira vez completamente desorientada. Pedi à querida M. que me acompanhasse à consulta, porque não fazia a mínima ideia do que iria sair daquela conversa.
Na consulta, explicaram-me as implicações do que tinham observado. O excesso de líquido pode ter muitas causas, uma das quais era um problema do bebé que o impedia de engolir e processar o líquido (atrésia do esófago). E, uma vez que a eco demonstrava um estômago mal representado, poderia ser por isso. Isso significaria, na pior das hipóteses, que ele tivesse de ser intervencionado cirurgicamente logo após o parto. Além disso, poderia estar associado a algum problema genético, pelo que me sugeriam a realização da amniocentese. E teria de decidir ali, porque se decidisse que sim, seria feita logo na 2ª feira. 
Tremi. Temi. Aceitei fazê-la. Fi-la, numa tensão imensa, e um medo imenso que esta nossa decisão pudesse deitar tudo a perder.
Já passou, tudo calmo, teremos que monitorizar a questão do polihidrâmnios, porque pode eventualmente provocar um parto prematuro. E também reavaliar a situação do estômago do S. (sim, já tem nome ;-)).

  • Bebé parte II
No meio de isto tudo, recebo a notícia de que o S. não terá vaga no infantário dos irmãos porque... nasce em Setembro! A Segurança Social (ou o Polvo, como lhe chamo) diz que é necessário preencher as vagas todas em Setembro, pelo que as prioridades que a lei me dá são relegadas para 2º plano apenas pela data de nascimento do bebé! Lutei, barafustei, e quando me preparava para iniciar uma guerra, eis que aparentemente "a lei mudou" e agora, segundo a inspectora do Polvo, as creches podem receber as crianças a partir dos... ZERO meses!!!!! How ridiculous is that????? Mas pronto, se o Polvo quer ser enganado e quer achar que me engana também, tudo bem. Já fiz a inscrição e pelos vistos está resolvido!

  • Trabalho
Pois, não correu bem. O ano agrícola foi um desastre, o ano económico foi um desastre e isso reflectiu-se no meu trabalho e na minha inexperiência neste mercado. E, claro, a gravidez não ajuda. Tive "a conversa" com o chefe. Já sei (e já desconfiava), que para este projecto em específico, não vai ser possível manter a minha função vazia durante 5 meses. Mas abriu-se a porta de um outro projecto, mais interessante, para o qual eu sou candidata. Sinto-me a concorrer a um emprego com o meu chefe que acabou de me dispensar... A ver vamos, como vai...

  • SNS parte II
Dois meses depois, consegui uma reunião com a vice coordenadora da minha USF (o coordenador não teve tempo de me receber :-S). Saí de lá com uma nova médica (ela própria), um bom esclarecimento e um pedido de desculpas!

  • Casa
Em casa tudo bem. Os meninos andam fantásticos, amo-os, amam-se. O G. já tem 2 anos (!) e o M. está quase nos 5 (!). E continuo a reconhecer neles o papel principal na minha vida.



segunda-feira, 14 de maio de 2012

Semanas complicadas...


  • Trabalho em risco...
  • Bebé em risco de estar em risco...
  • Filhotes óptimos que fazem esquecer tudo enquanto andam a cirandar por cá e por lá...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A história continua...

Estive agora na USF. Toda a gente já sabia que eu lá ia, e ao que ia (administrativa, enfermeiro e médica!). Lá contornaram a coisa, escreveram alguma coisa no "sistema", e pronto, estou livre. Não voltaram a mencionar as ameaças de perda de Médico de Família.

O que eles não sabem é que agendei uma reunião com o coordenador da USF, por forma a esclarecer de vez o teor dessas ameaças.

P.S. - A médica perguntou insistentemente se eu não tinha nenhuma cunha para ter conseguido consulta na MJD!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Este SNS!!!

Hoje, depois de ouvir o "nosso" Ministro da Saúde dizer que apesar do "corte nas despesas", o nosso SNS continua a ser insustentável, tive mais uma razão para rir / chorar, nem sei bem...

Desde que fiquei sem a minha fantástica Médica de Família desde há 30 anos (!), fiquei sem médico e então decidi inscrever-me na USF perto de minha casa. Consegui médico, boa!, e até dizem que funciona melhor que os Centros de Saúde!

Quando engravidei de novo, a médica (uma abécula, acreditem!) disse que o parto seria no Hospital São João (HSJ). Eu, além de não querer ter o bebé especificamente no HSJ (e tenho um gajo em casa que me desaconselha também!), queria muito ter o acompanhamento fantástico que tive anteriormente na Maternidade Júlio Dinis (MJD). Como a médica encolheu os ombros e disse que "é do protocolo", decidi contactar a MJD directamente, expor a situação e perguntar se havia outra possibilidade além de "aparecer" lá na hora H. Eles disseram que nem pensar, seria seguida lá desde o início. E pronto, informei a minha USF de que seria seguida na MJD mensalmente e que faria lá todos os exames, etc, etc.

A piada vem a seguir. Ontem, a minha médica da USF ligou-me a dizer que eu era OBRIGADA a ter 6 consultas de gravidez na USF (faltam-me 4), sob pena de PERDER O DIREITO A TER MÉDICO DE FAMÍLIA E SAIR DA USF!!!!!!! Quando lhe expliquei a situação (estou a ser seguida no SNS, é escusado perder o dobro do tempo em consultas e exames em duplicado, além do pequeno pormenor dos "gastos na saúde"), ela disse que não fazia mal, bastava fazer a inscrição que ela mandava-me logo embora, era só para ficar registado. Quando recusei, ainda ameaçou com o facto de OS MEUS FILHOS FICAREM SEM MÉDICO DE FAMÍLIA TAMBÉM!!!!!!

Estou possuída e vou lá amanhã armar a confusão! 

Alguém alinha!?!?!?!?!?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

16 semanas

Com 16 semanas já se sente o bebé? Tudo diz que não, mas mãe desconfia que sim ;-)

Virose :-(

Bichinho pequeno com virose.
Mãe e pai entre colinho e trabalho.
Irmão à espera de melhores dias (falta colinho...).

sábado, 31 de março de 2012

Começo a gostar disto ;-)

Depois do  caos instalado até cerca das 22 horas para adormecer de vez (acordou pelo menos 4 vezes...), o G. acordou hoje às 11!!!!! Acordou não, fui acordá-lo. E logo hoje, que estávamos os dois sozinhos.

Soube tãaaaao bem...

quinta-feira, 22 de março de 2012

A fala do G.

O G. é muito perguiçoso a falar.
Sempre pensei que com o estímulo do M., o G. fosse mais precoce a falar. A verdade é que a um mês de fazer 2 anos, diz menos coisas que o M. dizia nesta fase. Ainda assim, vai avançando:


  • "Teteu" - Mateus
  • "Abó" - Avó
  • "Pau" - Pão
  • "Mamã" - Mãe, nunca lhe ensinámos mamã :-S
  • "Bou" - Bolo, bolacha
  • "Óia" - Olha
  • "Cao" - Cão
E assim vai indo, aos poucos.

terça-feira, 6 de março de 2012

18 anos bem festejados!





Foi bom, mesmo muito bom. 
Amamo(no)s, descansamos, revisitamos o passado, fizemos planos para o futuro. Sentimos falta dos filhos, mas foi uma saudade boa. E percebemos, mais uma vez, que faz todo o sentido a nossa vida ser vivida a dois (a quatro, na verdade!). 
Foi bom perceber que 18 anos não fazem mossa, antes dão uma base sólida para o crescimento de uma família.
Amei.
Amei-te.

PS - Passámos o fim de semana sem saber da gravidez. Aliás, com muitas dores e a pensar "tantos dias para aparecer o período e tinha de ser este fim de semana?". Não foi, obviamente :-)

Vem atrasada, a notícia...

A Família Maravilha vai mudar de estatuto de quarteto para quinteto!!!!!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Dias 10, 11 e 12

Outono de sol, será?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dia 9 - Setembro

Dia 9 - Setembro - SOL

Não chove, este ano?

Dia 8 - Agosto

Dia 8 - Agosto - SOL!

Dia 7 - Julho

Dia 7 - Julho - Sol.

(e frio...brrrrr)

Dia 6 - Junho

Dia 6 - Junho - Sol.

:-)

Dia 5 - Maio

Dia 5 - Maio - Dia solarengo.

Bom aniversário para mim, será?

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Dia 4 - Abril

Dia 4 - Abril - Nublado, sem chuva.

Pode ser que o G. tenha direito a uma festa de aniversário ao ar livre...

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Dia 3 - Março

Dia 3 - Março - Céu nublado, com queda de 2 pingas, no máximo. 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dia 2 - Fevereiro

Dia 2 - Fevereiro - Céu muito nublado, a ameaçar chover.

Dia 1 - Janeiro

A minha mãe tem uma teoria: que os primeiros 12 dias do ano definem como vai ser o tempo durante todo o ano (cada dia representa um mês). Vamos aqui testar essa teoria.

Dia 1 - Janeiro - Manhã húmida e tarde chuvosa