Sei bem que esta informação não conta para o campeonato de ninguém além do meu, mas mesmo assim:
- O M. adormece finalmente sozinho no seu quarto
- O M. come finalmente sopa com couvinhas (i.e., não passada).
E é assim que me apercebo que ele cresce todos os dias. Mas não tenho nostalgia dele mais pequenino. Antes adoro cada fase e antecipo ansiosamente a próxima. Adoro vê-los transformarem-se diariamente em pessoas únicas. Este trabalho de ser mãe é o melhor do mundo, mesmo (mesmo descontando as birras e as noites por dormir e tudo e tudo e tudo!).
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